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Pesquisa:  
Funedi ÍNDICE DE TIROXINA LIVRE - T3 RETENÇAO + T4 TOTAL
 

MNEMÔNICO:
ITL

SINONÍMIA:
ITL; Índice de Tiroxina Livre; T3 Retenção + T4 Total

MÉTODO:
Quimioluminescência - DPC

MATERIAL:
Sangue

CONDIÇÃO:
Jejum obrigatório de no mínimo 4 horas

COLETA:
1,0 mL de soro refrigerado

SETOR:
Endocrinologia

MARCAÇÃO:
2 dias úteis

APLICAÇÕES CLÍNICAS:
O índice de tiroxina livre é calculado a partir do T4 total e T3 retenção.
Seus valores são utilizados como estimativa para T4 livre. Atualmente foi superado pela dosagem direta de T4 livre.
O índice de tiroxina livre pode ser calculado como o produto da captação de T3 por resina e T4 total. Usualmente e proporcional ao T4 livre. Apresenta estimuativa satisfatória da concentração de T4 livre nas gestantes e em uma variedade de outras situações em que a concentração de TBG encontra-se alterada. Recentemente, os ensaios de TSH, T4 livre e T3 livre mostram-se mais reprodutíveis, tornando o uso do ITL menos relevante.

VALOR DE REFERÊNCIA:
5,93 a 13,13

T4 TOTAL (TIROXINA):
6,09 a 12,23 microg/dL

RAZÃO DE LIGAÇÃO DO HORMÔNIO TIREOIDIANO (THBR-T4)
32,0 A 48,4%

ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO:
16/09/2010



Funedi INSULINA 1 HORA APÓS 50G DE DEXTROSOL
 

MNEMÔNICO:
INSU-PD1H

SINONÍMIA:
Insulina após dextrosol

MÉTODO:
Quimioluminescência

MATERIAL:
Sangue

CONDIÇÃO:
Colher 1 hora após a administração de dextrosol

COLETA:
0,5 mL de soro refrigerado

SETOR:
Endocrinologia

MARCAÇÃO:
2 dias úteis

APLICAÇÕES CLÍNICAS:
A insulina é um hormônio polipeptídico produzido nas células beta do pâncreas, que tem efeito hipoglicemiante. Útil para avaliar a primeira fase de secreção de insulina. Deve ser avaliada, de preferência, associada a glicemia de jejum. É usada no auxílio diagnóstico de hipoglicemia (insulinoma, administração excessiva de insulina exógena) e de síndrome de resistência a insulina.
Além de sua indicação no diagnóstico de insulinoma, a dosagem de insulina pode ser utilizada para estudo de outras causas de hipoglicemia. Diversas formas de resistências a insulina, por diferentes mecanismos, vem sendo descritas. A causa mais conhecida e a que acompanha a obesidade, que apresente níveis de insulina elevados, com resposta exagerada após a sobrecarga glicídica. Nesses casos, ocorre elevação de insulinemia, frente a níveis normais ou elevados da glicemia.

VALOR DE REFERÊNCIA:
Insulina Basal: Normal: 3,0 a 25,0 mcUI/mL
Suspeita de RI*: 25,0 A 30,0 mcUI/mL
RI*: Superior a 30,0 mcUI/mL

Insulina Após Glicose: Normal: Inferior a 150,0 mcUI/mL
Suspeita de RI: 150,0 a 300,0 mcUI/mL
RI: Superior a 300,0 mcUI/mL

* RI= Resistência a Insulinica

ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO:
20/07/2011



Funedi INSULINA 2 HORAS APÓS 75 GRAMAS DE DEXTROSOL
 
MNEMÔNICO:
INSU-D

SINONÍMIA:
Insulina após dextrosol

MÉTODO:
Quimioluminescência
MATERIAL:
Sangue

CONDIÇÃO:
Colher 2 horas após a administração de dextrosol

COLETA:
0,5 mL de soro refrigerado

SETOR:
Endocrinologia

MARCAÇÃO:
2 dias úteis

APLICAÇÕES CLÍNICAS:

A insulina é um hormônio polipeptídico produzido nas células beta do pâncreas, que tem efeito hipoglicemiante. Útil para avaliar a primeira fase de secreção de insulina. Deve ser avaliada, de preferência, associada a glicemia de jejum. É usada no auxílio diagnóstico de hipoglicemia (insulinoma, administração excessiva de insulina exógena) e de síndrome de resistência a insulina.
Além de sua indicação no diagnóstico de insulinoma, a dosagem de insulina pode ser utilizada para estudo de outras causas de hipoglicemia. Diversas formas de resistências a insulina, por diferentes mecanismos, vem sendo descritas. A causa mais conhecida e a que acompanha a obesidade, que apresente níveis de insulina elevados, com resposta exagerada após a sobrecarga glicídica. Nesses casos, ocorre elevação de insulinemia, frente a níveis normais ou elevados da glicemia.

VALOR DE REFERÊNCIA:
Insulina Basal: Normal: 3,0 a 25,0 mcUI/mL
Suspeita de RI*: 25,0 A 30,0 mcUI/mL
RI*: Superior a 30,0 mcUI/mL

Insulina Após Glicose: Normal: Inferior a 150,0 mcUI/mL
Suspeita de RI: 150,0 a 300,0 mcUI/mL
RI: Superior a 300,0 mcUI/mL

* RI= Resistência a Insulinica

ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO:
20/07/2011


Funedi INSULINA PÓS-PRANDIAL
 

MNEMÔNICO:
INSU-PP

SINONÍMIA:
Insulina Pós-Prandial; Insulina 2 Horas Após Almoço

MÉTODO:
Quimioluminescência 

MATERIAL:
Sangue

CONDIÇÃO:
Jejum de 2 horas após a refeição

COLETA:
0,5 mL de soro refrigerado

SETOR:
Endocrinologia

MARCAÇÃO:
2 dias úteis

APLICAÇÕES CLÍNICAS:
A insulina é um hormônio polipeptídico produzido nas células beta do pâncreas, que tem efeito hipoglicemiante. Útil para avaliar a primeira fase de secreção de insulina. Deve ser avaliada, de preferência, associada a glicemia de jejum. É usada no auxílio diagnóstico de hipoglicemia (insulinoma, administração excessiva de insulina exógena) e de síndrome de resistência a insulina.
Além de sua indicação no diagnóstico de insulinoma, a dosagem de insulina pode ser utilizada para estudo de outras causas de hipoglicemia. Diversas formas de resistências a insulina, por diferentes mecanismos, vem sendo descritas. A causa mais conhecida e a que acompanha a obesidade, que apresente níveis de insulina elevados, com resposta exagerada após a sobrecarga glicídica. Nesses casos, ocorre elevação de insulinemia, frente a níveis normais ou elevados da glicemia.

VALOR DE REFERÊNCIA: 
Insulina Basal: Normal: 3,0 a 25,0 mcUI/mL
Suspeita de RI*: 25,0 A 30,0 mcUI/mL
RI*: Superior a 30,0 mcUI/mL

Insulina Após Glicose: Normal: Inferior a 150,0 mcUI/mL
Suspeita de RI: 150,0 a 300,0 mcUI/mL
RI: Superior a 300,0 mcUI/mL

* RI= Resistência a Insulinica

ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO:
24/09/2010



Funedi INSULINA, DOSAGEM
 

MNEMÔNICO:
INSU

SINONÍMIA:
Insulina Basal; Insulina de Jejum

MÉTODO:
Quimioluminescência

MATERIAL:
Sangue

COLETA:
0,5 mL de soro refrigerado

CONDIÇÃO:
Jejum obrigatório de 8 horas

SETOR:
Endocrinologia

MARCAÇÃO:
2 dias úteis

APLICAÇÕES CLÍNICAS:
A insulina é um hormônio polipeptídico produzido nas células beta do pâncreas, que tem efeito hipoglicemiante. Útil para avaliar a primeira fase de secreção de insulina. Deve ser avaliada, de preferência, associada a glicemia de jejum. É usada no auxílio diagnóstico de hipoglicemia (insulinoma, administração excessiva de insulina exógena) e de síndrome de resistência a insulina.
Além de sua indicação no diagnóstico de insulinoma, a dosagem de insulina pode ser utilizada para estudo de outras causas de hipoglicemia. Diversas formas de resistência a insulina, por diferentes mecanismos, vem sendo descritas. A causa mais conhecida é a que acompanha a obesidade, que apresenta níveis de insulina elevados, com resposta exagerada após a sobrecarga glicídica. Nesses casos, ocorre elevação da insulinemia, frente a níveis normais ou elevados da glicemia.

VALOR DE REFERÊNCIA: 
3,0 a 25,0 mcUI/mL

ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO:
20/07/2011



Funedi ISOSPORA BELLI, PESQUISA
 
MNEMÔNICO:
ISOSP

SINONÍMIA:
Pesqusia de Isospora belli; Pesquisa de Isospora;

MÉTODO:
HPJ com Microscopia Ótica

MATERIAL:
Fezes

CONDIÇÃO:
Fezes recente

COLETA:
Aproximadamente meio frasco de fezes colhidas em partes diferentes do bolo fecal.

INSTRUÇÕES PARA COLETA:
- Antes de coletar as fezes, se necessário, urinar no vaso sanitário para evitar a contaminação do material. Em casos de crianças utilizar coletor de urina, se necessário.
- Evitar o uso de talco, laxantes, antiácidos, contraste oral ( utilizado em exames radiológicos) e supositórios nos 3 dias que antecedem ao exame e no dia da coleta.
- Defecar em vasilhame limpo e seco.

INTERFERENTES:
Contrastes radiológicos

SETOR:
Microbiologia

MARCAÇÃO:
3 dias úteis

APLICAÇÕES CLÍNICAS:
A Isospora belli é um espécie que infecta humanos por meio da ingestão de oocistosesporulados junto com a água e alimentos. Esporozoítos liberados dos oocistos invadem o intestino delgado. As infecções sao normalmente autolimitadas, sendo de maior gravidade em crianças e portadores de imunodeficiência, onde acarretam diarréias aquosas crônicas.

ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO:
28/11/2009


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