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Pesquisa:  
Funedi VANÁDIO, DOSAGEM
 

MNEMÔNICO:
VANADIO

SINONÍMIA:
Vanádio

MÉTODO:
ICP-MS

MATERIAL:
Sangue

CONDIÇÃO:
Jejum obrigatório de 8 horas

COLETA: 
3,0 mL de soro refrigerado

INSTRUÇÕES PARA COLETA:
Colher o sangue em 1 tubo seco desmineralizado, fornecido pelo laboratório de apoio. Deixar à temperatura ambiente por 30 minutos para completar a coagulação. Centrifugar por 10 min a 2500 rpm. Transferir o soro para outro tubo desmineralizado sem utilizar pipetas (transferência tubo a tubo). Realizar a transferência em ambiente controlado, de forma rápida, em bancada previamente limpa, sem poeira ou contato com vidrarias, metais, dentre outros. Não utilizar luvas com talco. Tampar o tubo de armazenamento imediatamente após a transferência do soro.

SETOR:
Bioquímica

MARCAÇÃO:
10 dias úteis

APLICAÇÕES CLÍNICAS:
Indicador biológico de exposição ao vanádio. O pó metálico é pirofórico e os compostos de vanádio deveriam ser considerados como altamente tóxicos. Sua inalação pode causar câncer de pulmão. O Instituto Nacional de Saúde e Segurança Ocupacional americano recomenda que deve considerar-se perigoso para a saúde um nível de 35mg/m³ de vanádio. Este nível pode causar problemas permanentes de saúde ou morte.

ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO:
28/09/2010



Funedi VARICELLA ZOSTER IGG, ANTICORPOS ANTI
 

MNEMÔNICO:
VARI-G

SINONÍMIA:
Herpes Zoster IgM; Anti-Varicela IgM; Anticorpos Anti-Varicella Zoster IgM; Anticorpos Anti-Varicella IgM; Catapora; HZV; VZV; Varicela; Varicella

MÉTODO:
Imunoensaio enzimático

MATERIAL:
Sangue

CONDIÇÃO:
Jejum obrigatório de 8 horas para adultos.
Intervalo entre mamadas para lactentes.

COLETA:
0,5 mL de soro refrigerado

SETOR:
Imunologia

MARCAÇÃO: 
7 dias úteis

APLICAÇÕES CLÍNICAS:
O vírus da Varicella zoster é responsável por duas síndromes clínicas: a catapora e o Herpes Zoster. A catapora representa uma grande ameaça a neonatos e indivíduos imunocomprometidos. O herpes zoster é mais comum acima dos 50 anos, sendo frequente em pacientes com imunidade comprometida por neoplasias, uso de drogas imunossupressoras ou em crianças expostas ao vírus no período neonatal. A presença de IgM ou alto título de IgG correlaciona-se com infecção ou exposição recente, enquanto baixos títulos de IgG são observados em adultos sãos. Na catapora, a IgM é detectada sete dias apos o rash, atingindo o pico em 14 dias. Quanto ao herpes zoster,a IgM aumenta em torno do 8º e 10º dia após a erupção, com pico geralmente no 18º e 19º dia. É importante ressaltar que as vacinações induzem a síntese de IgG, embora a grande proteção seja do tipo celular.

VALOR DE REFERÊNCIA:
Negativo...........: Menor que 0,100
Indeterminado: Maior ou igual a 0,100 e menor ou igual a 0,200
Reagente.........: Maior que 0,200

ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO:
17/09/2010



Funedi VARICELLA ZOSTER IGM, ANTICORPOS ANTI
 

MNEMÔNICO:
VARI-M

SINONÍMIA:
Hepes Zoster IgM; Anti-Varicela IgM; Anticorpos Anti-Varicella Zoster IgM; Anticorpos Anti-Varicella IgM; Catapora; HZV; VZV; Varicela; Varicella

MÉTODO:
Enzimaimunoensaio

MATERIAL:
Sangue

CONDIÇÃO:
Jejum obrigatório de 8 horas para adultos.
Intervalos entre mamadas para lactentes.

COLETA:
0,5 mL de soro refrigerado

SETOR:
Imunologia

MARCAÇÃO: 
9 dias úteis

APLICAÇÕES CLÍNICAS:
O vírus da Varicella zoster é responsável por duas síndromes clínicas: a catapora e o Herpes Zoster. A catapora representa uma grande ameaça a neonatos e indivíduos imunocomprometidos. O herpes zoster é mais comum acima dos 50 anos, sendo frequente em pacientes com imunidade comprometida por neoplasias, uso de drogas imunossupressoras ou em crianças expostas ao vírus no período neonatal. A presença de IgM ou alto título de IgG correlaciona-se com infecção ou exposição recente, enquanto baixos títulos de IgG são observados em adultos sãos. Na catapora, a IgM é detectada sete dias após o rash, atingindo o pico em 14 dias. Quanto ao herpes zoster,a IgM aumenta em torno do 8º e 10º dia após a erupção, com pico geralmente no 18º e 19º dia. É importante ressaltar que as vacinações induzem a síntese de IgG, embora a grande proteção seja do tipo celular.

VALOR DE REFERÊNCIA:
Negativo.........: Menor que 0,100
Indeterminado....: Maior ou Igual a 0,100 e Menor ou Igual a 0,200
Reagente.........: Maior que 0,200

ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO:
04/10/2011



Funedi VDRL QUALITATIVO / QUANTITATIVO
 

MNEMÔNICO:
VDRL

SINONÍMIA:
VDRL; Síflis; RPR; Treponema; Wasserman; LUES; Veneral Disease Research Laboratory LUES

MÉTODO:
Reação de Floculação

MATERIAL:
Sangue

CONDIÇÃO:
Jejum obrigatório de 8 horas

SETOR:
Imunologia

MARCAÇÃO:
Mesmo dia quando solicitado ou 1 dia útil

APLICAÇÕES CLÍNICAS:
O VDRL é um teste não treponêmico utilizado no rastreamento inicial da sífilis. Pode apresentar resultados falso-positivos em diversas situações, como na gravidez, idade avançada, em doenças infecciosas diversas, nas doenças auto-imunes, dentre outros. Assim, os resultados reativos devem ser sempre confirmados por testes treponêmicos(FTA-ABS). Na sífilis primária e terciária apresenta menor sensibilidade,podendo se encontrar negativo. Na sífilis secundária e latente apresenta alta sensibilidade.O VDRL é um teste semi-quantitativo,sendo que os títulos caem com o sucesso terapêutico, o que possibilita seu uso no controle de tratamento. Na suspeita de sífilis congênita títulos no recém-nascido quatro vezes maiores que os títulos maternos indicam infecção.

Na sífilis primária os teste VDRL e FTA-ABS (imunofluorescência indireta) positivam-se depois do cancro duro, com sensibilidade de 85% . Na sífilis secundária a sensibilidade da sorologia e de 99%. Na sífilis terciária, VDRL tem sensibilidade de 70% e FTA-ABS de 98%.
VDRL: teste não treponêmico, utiliza como antígeno a cardiolipina que normalmente ocorre no soro em níveis baixos e apresenta-se elevado na sífilis. O VDRL é uma reação de floculação, apresentando alta sensibilidade e baixa especificidade. Torna-se positivo duas semanas após o cancro. Falso-negativos podem ocorrer na sífilis tardia. Entre 1 e 40% dos resultados de VDRL são falso-positivos: idosos, portadores de doenças auto-imunes, malária, mononucleose, brucelose, hanseníase, hepatites, portadores HIV, leptospirose, viciados em drogas, outras infecções bacterianas, vacinações e gravidez. Falso-positivos mostram títulos em geral até 1:4, mas títulos maiores podem ser encontrados. Na avaliação do tratamento observa-se que na sífilis primária e secundária, os tiíulos caem cerca de quatro vezes em três meses e oito vezes em seis meses, negativando-se em um a dois anos. A persistência de títulos elevados ou a não redução em quatro vezes dos títulos, após um ano de tratamento, pode indicar novo tratamento. Resultados positivos de VDRL no líquor são encontrados em 50% a 60% dos casos de neurosífilis, com especificidade em torno de 99%. Após tratamento, títulos caem entre três e seis meses, podendo demorar anos para negativarem. Linfocitose e aumento das proteínas são evidências de neurosífilis ativa.
TESTES TREPONÊMICOS: os testes de imunofluorescência (FTA-ABS) apresentam especificidade entre 96 e 99%. Menos de 1% dos indivíduos saudáveis tem FTA-ABS positivo, porém falso-positivos podem ocorrer em doenças auto-imunes, gravidez, hanseníase, malária, mononucleose, leptospirose e infecções por outros treponemas. Devem ser utilizados para confirmação dos resultados de VDRL. Após tratamento o IgG FTA-ABS pode negativar ou permanecer positivo. IgM FTA-ABS desaparece após fase aguda, sendo útil para indicar infecção congênita. O imunoensaio enzimático (ELISA) em um teste treponêmico que tem estreita correlação com os resultados do FTA-ABS, apresentando como vantagem maior reprodutibilidade.

VALOR DE REFERÊNCIA:
Não reativo

Nota: - As reações com antígenos não treponêmicos são úteis para triagem, diagnóstico e seguimento terapêutico, desde que os títulos encontrados sejam superiores a 1/32.
- Títulos menores podem ser decorrentes de reações "Falso Positivo" ou residual.
- Para afastar esta possibilidade utiliza-se de reações com antígeno treponêmico como o TPHA (Treponema pallidum Hemagglutination) e o FTA-Abs (Fluorescent Treponemal Antibody Absorption) usados como
testes confirmatórios para a presença de anticorpo específico ao Treponema pallidum.
- Quando ocorrer reação negativa nos testes treponêmicos e positiva no teste de VDRL, esta pode ser considerada como "Falso Positivo".
Isto ocorre em certos processos crônicos, incluindo infecções virais, bacterianas e parasitárias e doenças auto-imunes.
- Após a terapêutica específica da Sífilis os pacientes podem apresentar títulos baixos no teste de VDRL e FTA-Abs positivo por longos períodos, o que é conhecido como "cicatriz sorológica".
- Somente seu médico poderá avaliar o resultado deste exame.

ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO:
25/01/2010



Funedi VITAMINA A, DOSAGEM
 

MNEMÔNICO:
VITA

SINONÍMIA:
Retinol; Vit. A; Vitamina "a"; Vitamina "A"; Vit. a

MÉTODO:
Cromatografia Líquida de Alta Eficiência - HPLC

MATERIAL:
Sangue

CONDIÇÃO:
Jejum obrigatório de 8 horas

COLETA:
0,5 mL de soro refrigerado e protegido da luz

SETOR:
Bioquímica

MARCAÇÃO: 
9 dias úteis

APLICAÇÕES CLÍNICAS:
A expressão vitamina A refere-se aos retinóides que tem atividade biológica do retinol. A Vitamina A encontrada em produtos de origem animal é lipossolúvel e tem duas formas: o retinol (Vitamina A1) e a 3-dehidro-retinol (Vitamina A2). Concentrações em crianças são menores que em adultos. Níveis baixos são encontrados na deficiência dietética da vitamina, insuficiência pancreática exócrina, má absorção intestinal, parasitoses, síndrome nefrótica, infecções e etilismo. Níveis elevados podem ser encontrados na hipervitaminose A, etilismo, uso de estrogênios e anticoncepcionais.

VALOR DE REFERÊNCIA:
Crianças:.............0,25 a 0,45 microg/mL
Homens:..............0,45 a 0,80 microg/mL
Mulheres:.............0,35 a 0,75 microg/mL

ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO:
28/09/2010



Funedi VITAMINA B1, DOSAGEM
 

MNEMÔNICO:
B1

SINONÍMIA:
Tiamina; Vit. B1; Vitamina "b1"; Vitamina "B1"; Vit. b1

MÉTODO:
Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC

MATERIAL:
Sangue

CONDIÇÃO:
Jejum não obrigatório

COLETA:
0,5 mL de sangue total em EDTA congelada e protegida da luz

SETOR:
Bioquímica

MARCAÇÃO:
21 dias úteis

VALOR DE REFERÊNCIA:
30 a 95 microg/L

ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO:
28/09/2010



Funedi VITAMINA B12, DOSAGEM
 

MNEMÔNICO:
VIT.B12

SINONÍMIA:
B12; Vit. B12; Cianocobalamina.

MÉTODO:
Quimioluminescencia
MATERIAL:
Sangue

CONDIÇÃO:
Jejum não obrigatório

COLETA:
0,5 mL de soro refrigerado protegido da luz

SETOR:
Bioquímica

MARCAÇÃO:
2 dias úteis

APLICAÇÕES CLÍNICAS:
A dosagem de vitamina B12 é usada na avaliação de pacientes com anemia macrocítica, ou doença neurológica sugestiva de sua deficiência. Avaliação de pacientes etilistas crônicos, exames pré-natais e má-absorção intestinal
são outras possíveis indicações de determinação de vitamina B12. O limite inferior dos valores de referência de vitamina B12 não está claramente definido. Assim valores próximos ao limite inferior podem ser confirmados pela dosagem de homocisteína e acido metil-malônico.A homocisteína geralmente se encontra elevada nas deficiências de ácido fólico e/ou vitamina B12. O ácido metil-malônico se encontra aumentado apenas na deficiência de vitamina B12.

A Vitamina B12 tem papel importante na hematopoiese, na função neural, no metabolismo do ácido fólico e na síntese adequada de DNA. Apresenta-se diminuída, na produção deficiente de fator intrínseco (determinada pela atrofia da mucosa gástrica, resultando em anemia perniciosa), nas síndromes de má absorção (por ressecção do intestino delgado, doença celíaca, espru tropical e cirurgia bariátrica), no alcoolismo, na deficiência de ferro e folato, no uso de medicamentos que podem levar a diminuição da absorção (metotrexato, pirimetamina, trimetropin, fenitoína, barbitúricos, contraceptivos orais, colchicina, metformina, etc) e nas dietas vegetarianas estritas. Condições associadas a níveis aumentados de vitamina B12 incluem o tratamento de reposição, leucemia granulocítica crônica, insuficiência renal crônica, insuficiência cardíaca congestiva, diabetes, obesidade, doença pulmonar obstrutiva crônica e hepatopatias.

VALOR DE REFERÊNCIA: 
211,0 a 911,0 picog/mL

ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO:
16/06/2011



Funedi VITAMINA B2, DOSAGEM
 

MNEMÔNICO:
B2

SINONÍMIA:
Riboflavina; Vit. B2; Vitamina "b2"; Vitamina "B2"; Vit. b2

MÉTODO:
Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC

MATERIAL:
Sangue

CONDIÇÃO:
Jejum obrigatório de 8 horas

COLETA:
1,0 mL de sangue total em EDTA congelado e protegido da luz

SETOR:
Bioquímica

MARCAÇÃO:
21 dias úteis

VALOR DE REFERÊNCIA:
De 137 a 370 mcg/L

ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO:
28/09/2010



Funedi VITAMINA B3, DOSAGEM
 

MNEMÔNICO:
B3

SINONÍMIA:
Niacina; Vit. B3; Vitamina "b3"; Vitamina "B3"; Vit. b3, Niacinamida, Nicotinamida

MÉTODO:
ELISA

MATERIAL:
Sangue

CONDIÇÃO:
Jejum não obrigatório

COLETA:
1,5 mL de soro refrigerado

SETOR:
Bioquímica

MARCAÇÃO:
26 dias úteis

VALOR DE REFERÊNCIA:
17 a 85 microg/L

ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO:
23/02/2011



Funedi VITAMINA B5, DOSAGEM
 

MNEMÔNICO:
B5

SINONÍMIA:
Ácido Pantotênico; Vit. B5; Vitamina "b5"; Vitamina "B5"; Vit. b5

MÉTODO:
Gasometria Gasosa - Espetrometria de Massa

MATERIAL:
Sangue

CONDIÇÃO:
Jejum não obrigatório

COLETA:
2,0 mL de soro congelado e protegido da luz

SETOR:
Bioquímica

MARCAÇÃO:
32 dias úteis

VALOR DE REFERÊNCIA:
0,9 a 8,0 micromol/L

ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO:
25/01/2010



Funedi VITAMINA B6, DOSAGEM
 

MNEMÔNICO:
B6

SINONÍMIA:
Piridoxina; Piridoxal 5 Fosfato; PLP; Vit. B6; Vitamina "b6"; Vitamina "B6"; Vit. b6

MÉTODO:
HPLC


MATERIAL:
Sangue

CONDIÇÃO:
Jejum não obrigatório

COLETA: 
1,0 mL de plasma em EDTA refrigerado e protegido da luz

SETOR:
Bioquímica

MARCAÇÃO: 
6 dias úteis

VALOR DE REFERÊNCIA: 
5,2 a 34,1 microg/L

ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO:
31/08/2011



Funedi VITAMINA C, DOSAGEM
 
MNEMÔNICO:
VITC

SINONÍMIA:
Ácido Ascórbico; Vit. C; VIT. C; Vit. "C"; Vit. "c"

MÉTODO:
Cromatografia Líquida

MATERIAL:
Sangue

CONDIÇÃO:
Jejum obrigatório de 8 horas

COLETA:
3,0 mL de soro refrigerado protegido da luz 
SETOR:
Bioquímica

MARCAÇÃO:
18 dias úteis

APLICAÇÕES CLÍNICAS:
A vitamina C é utilizada no tratamento da deficiência do ácido ascórbico, no controle da metemoglobinemia idiopática e como antioxidante tem sido associada à proteção contra formação de cataratas e a degeneração macular relacionadas com a idade. Uma deficiência na ingestão da vitamina C pode provocar escorbuto e megadoses desta vitamina podem levar à formação de cálculos renais, resultantes da excreção excessiva de oxalato e o escorbuto de rebote.

VALOR DE REFERÊNCIA:
2,0 a 40,0 mg/L

ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO:
06/08/2010


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